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Justiça determina o bloqueio de bens de investigados na Operação Pecúlio


Postada: 13/05/2016 - 17:25:21 - Atualizado em 13/05/2016 - 17:28:50



A Polícia Federal em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, informou nesta sexta-feira (13) que a Justiça determinou o bloqueio de bens de alguns dos investigados na Operação Pecúlio. A ação investiga um suposto esquema de corrupção na prefeitura local envolvendo irregularidades em licitações para a contratação de serviços e obras.

No grupo de investigados estão o próprio prefeito Reni Pereira (PSB), servidores públicos, ex-agentes políticos e empresários da região. A estimativa da Controladoria-Geral da União (CGU) é que os desvios já tenham chegado a R$ 4 milhões. Dos 16 presos nas duas fases da operação deflagrada no dia 19 de abril, seis suspeitos continuam presos preventivamente.
O ex-secretário de Tecnologia da Informação (TI), Melquizedeque Corrêa de Souza, foi transferido para a Penitenciária Estadual de Foz do Iguaçu 1 (PEF 1), na quarta-feira (11). Os demais permanecem na carceragem da delegacia da PF. Ele é apontado nas investigações como um dos articuladores do esquema de corrupção e homem de confiança do prefeito.
Em nota, a polícia informou que as “oitivas seguem conforme as investigações” e que mesmo transferido para a penitenciária, o ex-secretário pode ser conduzido para prestar novos depoimentos a qualquer tempo. “As transferências ocorrem de forma a controlar a capacidade adequada do setor de custódia provisória da DPF/FIG”, explica o documento.
O advogado de Reni Pereira nega que ele tenha envolvimento com os crimes apontados. Já o advogado de Melquizedeque Souza não foi encontrado para comentar o caso.

FONTE: GLOBO/G1/OESTE/SUDOESTE



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